20 de junho de 2017

Poções: Leite

Assim como o sal e o mel, o leite tem uma longa história com a humanidade, talvez a mais antiga. Enquanto o sal e o mel tiveram que ser descobertos, o leite sempre esteve com a humanidade, uma vez que somos animais mamíferos.

História
O consumo de leite animal provavelmente começou cerca de 6 mil anos a.C. pouco tempo após o surgimento da agricultura e da domesticação de animais. Pinturas rupestres de 5 mil anos a.C na Líbia, retratam vacas sendo ordenhadas e leite sendo usado na fabricação de queijo, outros registros sugerem que os primeiros povos a consumir leite habitavam as regiões da Inglaterra e da Europa Ocidental.

Lendas
Não há muitas lendas contando surgimento do leite, mas há lendas relacionadas ao leite, a Via Láctea recebe esse nome devido a sua semelhança a um "caminho de leite, algumas lendas contam que quando Hércules nasceu, Zeus queria lhe dar imortalidade então enquanto Hera dormia, ele o colocou sobre o seio dela para amamentar a criança, quando a rainha dos deuses acordou, se assustou ao ver uma criança que não era sua e a empurrou fazendo com que o leite derramasse e manchasse os céus.

Magia
Os egipcios costumavam usar o leite para rituais religiosos, em muitas civilizações a vaca era sagrada e cultuada nos templos.

O leite pode ser misturado com mel e frutas para fazer um alimento magico usado tanto para dar energia quanto presentear fadas. Ele também é usado em banhos mágicos para hidratar a pele, ou em feitiços de amarração e separação.

Fontes:
http://www.mexidodeideias.com.br/viagem/a-historia-do-consumo-do-leite-de-vaca/
http://oficinadasbruxas.com/feiticos-com-velas-imbolc/
http://portalbebes.net/dieta-do-leite/

18 de junho de 2017

Contos: Cataratas do Iguaçu

Próximo às margens do rio Iguaçu vivia uma tribo de índios caigangues, no entanto eventualmente eles sofriam com as pragas, doenças e desastres enviadas por M'boy, o deus serpente filho de Tupã.

Para aplacar a fúria do deus maligno os índios tinham o costume de oferecer uma jovem da aldeia como noiva para o deus, nesse caso a moça jamais poderia se apaixonar por qualquer um até o fim de sua vida.

Naipi, filha do cacique da aldeia tinha sido escolhida como noiva de M'boy, mas no dia da consagração, Naipi conheceu Tarobá, um jovem guerreiro que foi convidado para a cerimonia.

Enquanto todos dançavam, festejavam e bebiam, Naipi e Tarobá fugiram em uma canoa através do rio Iguaçu.

Quando viu sua noiva fugindo com outro homem, M'boy se transformou em uma serpente mergulhando no chão e abrindo uma cratera com o seu corpo, o rio Iguaçu  foi puxando para dentro da cratera levando os dois amantes para o fundo do penhasco.

Naipi se transformou em uma das rochas do fundo da catarata enquanto Tarobá se tornou a palmeira inclinada sobre a garganta do rio, dizem que durante a primavera as flores da palmeira caem em direção ás rochas como se Naipi estivesse recebendo flores de Tarobá.

Quanto a M'boy, contam as lendas que até hoje ele vive escondido na gruta sob a garganta do diabo observando os dois amantes.

Fontes:
https://contosdocovil.wordpress.com/tag/indigenas/
http://www.loumarturismo.com.br/passeios-em-foz-do-iguacu/2/cataratas-do-iguacu-brasil

16 de junho de 2017

Feitiços: Constelações 5

Continuando os post sobre constelações, dessa vez focado em animais

Canes venatici
Também conhecidos como os cães de caça, essa constelação representaria Astérion e Chara, cães de caça da constelação de Boötes, em algumas versões Boötes era um pastor de ovelhas filho de Demeter, quando o pastor morreu Demeter pediu a Zeus que transformasse o filho e seus cães em estrelas.

Canis Major e Minor
Na mitologia grega Canis major representava Laelaps, o cão magico capaz de alcançar qualquer presa, enquanto Canis Minor representava a raposa incapturável de Têumesso, Lealaps ele foi trazido até Tebas para captura a raposa mitológica que assolava a região. Isso gerou um paradoxo uma vez que Laelaps poderia capturar qualquer coisa e a raposa era um ser incapturável, Zeus então decidiu transformar os dois animais em pedra e coloca-los nos céus.

Chamaleon e Musca
Apesar de não possuir uma mitologia própria, Chamaleon costuma ser retratado como um Camaleão capturando a constelação de Musca, a Mosca.

Columba
Columba simboliza a pomba que Noé enviou em busca de terra seca depois do Grande Dilúvio, ela costuma ser retratada voando em direção à constelação de Argo, sendo uma representação da arca de Noé.

Corvus
Corvus costumava ser um corvo servo de Apolo, que em certa ocasião recebeu a tarefa de vigiar Coronis, uma de suas amantes. Naquela época os corvos tinham uma plumagem branca, mas quando o corvo contou que Coronis estava traindo o deus, Apolo ficou tão furioso que chamuscou as penas da ave a tornando completamente negra.

O corvo continuou servindo o deus até o incidente com a taça e a cobra, em que o corvo tentou culpar a serpente devido ao seu atraso em encher a taça de água, percebendo a mentira da ave, Apolo lançou os três em direção aos céus.

Cygnus
Cygnus possui várias lendas ao seu respeito, uma delas conta sobre Phaeton e Cycnus, Phaeton era um semideus filho de Helios, o deus do sol, certo dia Phaeton tentou conduzir a carruagem de seu pai por um dia, como o jovem não conseguiu controlar os cavalos, a carruagem correu desgovernada pelos céus quase incendiando a terra, para evitar um desastre maior Zeus atingiu a carruagem com um raio matando Phaeton.

Cycnus procurou o corpo de seu amigo e descobriu que ele havia caído em um rio, sem conseguir recuperar o corpo, Cycnus pediu aos deuses que o transformassem em um cisne, se isso acontecesse ele viveria apenas o tempo que um cisne comum vive, após ter o seu pedido atendido Cycnus resgatou Phaeton do fundo do rio e lhe deu um funeral apropriado, como homenagem os deuses colocaram Cycnus nos céus.

Equuleus
A Cabeça de Cavalo é associada à Hippe, filha do centauro Chiron, quando ela descobriu que estava gravida, fugiu para ter seu filho nas montanhas, após dar a luz ela pediu aos deuses que a escondessem de Chiron, então os deuses a transformaram em um cavalo e a colocaram nos céus, até hoje a cabeça de Hippe pode ser vista escondida atrás de Pegasus.

Grus
Assim como Chamaleon e musca, Grus não tem uma relação com a mitologia, embora a ave que a representa, o grou seja considerada sagrada para Apolo

Hydra e Hydrus
Alem de ser associada com a constelação de corvo a Hydra também era descrita como um dis sete trabalhos de Hércules, a Hidra de sete cabeças. Já Hydrus não possui qualquer relação com a mitologia, sendo muitas vezes referido como a Cobra Macho.

Lacerta
O Lagarto, essa constelação também não possui relação com a mitologia antiga, sendo provavelmente outra homenagem à animais exóticos.

Leo Minor
Leão menor, por ser uma constelação relativamente nova, ela nunca foi associada a qualquer mitologia

Lepus
A lebre, muitas vezes retratada como uma lebre sendo perseguida pelos cães de caça de Órion, não há um mito especifico, o que deixa a impressão de que a constelação representa uma cena de caçada.

Lupus
Antigamente essa constelação era conhecida como Bestia, a besta, representando uma criatura hibrida de humano, leão e lobo.

Lynx
Lince foi nomeada por Hevelius, embora não se saiba se ele pensou em alguma lenda ao batizar a constelação. Algumas pessoas ligam o nome Lynx com Lynceus, um dos Argonautas, um homem com a visão tão aguçada que poderia ver coisas no subsolo.

Pavo
O Pavão. Dizem que um dos servos de Hera, a rainha dos deuses era Argos, um gigante com cerca de cem olhos, quando Argos foi morto por Hermes, Hera o homenageou colocando seus olhos na cauda de sua ave favorita, o pavão

Serpens
Na mitologia grega Serpens representa uma serpente gigante sendo carregada por Asclepius, um curandeiro que descobriu a cura para a morte ao observar uma cobra trazendo a outra de volta à vida com a ajuda de algumas ervas, para evitar que Asclepius tornasse a humanidade imortal, Zeus o atingiu com um raio. Apesar disso Zeus resolveu homenagear seus talentos médicos o transformando em uma constelação.

Tucana
O Tucano não possui nenhuma relação com qualquer mitologia sendo apenas uma homenagem ao pássaro de aparência diferente e exótica

Vulpecula
Antigamente essa constelação era representada por uma raposa carregando um ganso para Cérbero, isso porque antigamente costumava existir uma constelação chamada Cerberus que acabou se tornando obsoleta.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Canes_Venatici
https://mitologiahelenica.wordpress.com/2015/06/22/raposa-de-teumesso/
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/musca-constellation/
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/chamaeleon-constellation/
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/corvus-constellation/
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/cygnus-constellation/
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/equuleus-constellation/
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/grus-constellation/
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/lupus-constellation/
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/lynx-constellation/
https://en.wikipedia.org/wiki/Lynceus_(Argonaut)
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/pavo-constellation/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escul%C3%A1pio
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/vulpecula-constellation/

15 de junho de 2017

Amuletos: Djed

A coluna de Djed é um amuleto associado a Osíris e a coluna vertebral, assim como muitos amuletos egipcios, a coluna de Djed era servia para proteger os mortos na sua vida após a morte.

Origem:
Dizem que após ser morto por Seth, Osíris foi colocado em um esquife e jogado no rio Nilo, o caixão acabou encalhando na cidade de Biblos e dando origem a uma árvore sagrada. O rei da cidade usou a árvore para construir um pilar para o seu palácio sem saber que ela abrigada um deus.

Quando soube da morte de Osíris Ísis foi até Biblos procurar o corpo, ela serviu ao rei da cidade e ganhou o direito de pedir algo em troca, Ísis então pediu o pilar da árvore sagrada e retirou o corpo de Osíris de dentro, por fim ela consagrou o pilar com mirra e o enrolou em bandagens de linho, desde aquele dia o pilar passou a ser conhecido como pilar de Djed

Função:
A coluna de Djed era um simbolo de estabilidade e durabilidade sendo muitas vezes associada à coluna vertebral. Antigamente ela serviria para assegurar a ressurreição e vida eterna do falecido.

No Livro Egípcio dos Mortos há um encantamento que se pronunciado sobre um djed de ouro posicionado sobre o pescoço de um defunto, poderá fazer com que a múmia recupere o uso da coluna sendo capaz de se sentar

Como é usado:
Geralmente ele era colocado próximo à coluna vertebral da múmia, mas o simbolo também poderia ser pintado nos caixões.

Hoje em dia ele é usado como qualquer outro simbolo amuleto, seja em forma de pingente ou tatuagem, no entanto por estar ligado à coluna, é recomendado usa-lo no pescoço como colar.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Djed
https://edukavita.blogspot.com.br/2016/05/djed-origens-e-historia.html

13 de junho de 2017

Plantas: Columbina

Dizem que uma mulher tinha o desagradável costume de apontar os defeitos do marido por causa disso o marido acabou se enchendo e pediu divorcio, ela desesperada implorou por mais uma chance, e pediu ajuda para os vizinhos, uma vizinha disse que se ela passasse chá de columbina nos lábios toda vez que ficava com vontade de falar algum defeito. Por isso a Columbina é chamada de erva da megera.

Cultivo:
Precisa receber pelo menos um par de horas de luz do sol por dia, o ideal seria que a planta ficasse em um local com sol pleno ou parcial.

O temperaturas altas não costumam prejudicar a planta, no entanto deve ser protegida de geadas, sendo recomendado o plantio após o inverno.

Se desenvolve melhor em solos levemente ácidos, também é comum usar areia para aumentar a drenagem da terra. As regas deve ser feitas de modo que o solo sempre esteja úmido mas sem encharcar.

Medicinal:
Possui propriedades adstringentes sendo utilizada na fabricação de cremes e cosméticos para peles oleosas.

Algumas variedades são usadas por tribos na fabricação de perfumes no entanto o seu uso precisa ter recomendação médica.

Culinário:
Devido à sua toxidade, ela não deve ser ingerida

Magia:
É uma planta regida por Vênus. Em algumas culturas é usada para dar coragem e ousadia, podendo servir para invocar proteção divida do reino das aves, principalmente por aqueles que possuem uma certa ligação com as águias.

Suas sementes moídas podem ser usadas como perfume para atrair o amor

Fontes:
http://jardinplantas.com/cultivo-y-cuidados-de-la-colombina/
http://flores.culturamix.com/flores/a-planta-aquilegia-popularmente-conhecida-como-luvas-de-nossa-senhora
http://www.eljardinbonito.es/fichas/aguilena-aquilegia-01.html
http://refugiomagico.blogspot.com.br/2011/05/aquilegia-vulgaris.html

11 de junho de 2017

Mitologia: Taniwha

Nascido da cultura maori, taniwha é um ser folclórico semelhante a um dragão ou uma serpente marinha. Apesar de ser uma criatura mitológica muitos maoris acreditam na existência desses seres, gerando protestos caso o governo ameasse destruir o habitat de um taniwha com um projeto de construção.

Origem:
Algumas lendas contam que certos taniwhas costumavam ser animais comuns como tubarões ou golfinhos, com o passar do tempo eles foram transformando em taniwhas ganhando asas e escamas.
As vezes quando pessoas tinham relações próximas com taniwhas, elas poderiam voltar como um depois que morressem

Características:
Sua forma física é bem variável, alguns tem a aparência de um lagarto gigante com asas, outros pareciam serpentes marinhas, tubarões, baleias e até mesmo troncos de madeira flutuando em rios, por ser uma criatura mistica, alguns também podiam mudar de forma.

Hábitos:
Taniwhas geralmente habitam rios, lagos, mares ou cavernas, como muitos monstros marinhos, taniwha tem o costume de devorar pessoas e sequestrar mulheres para torna-las suas esposas.
Dizem que sua urina é toxica e pode ser usada tanto como mecanismo de defesa quanto para causar desastres naturais como deslizamentos próximos de rios.
Ao devorar uma pessoa, taniwhas acabam engolindo objetos que essa pessoas carregavam, como espadas, joias, roupas e até mesmo embarcações, quando caçadores de taniwhas abrem seus estômagos encontram vários desses objetos ainda intactos

Fraquezas:
Muitas vezes as pessoas faziam oferendas e recitam feitiços para acalmar ou ganhar a proteção de um taniwha, geralmente nesses casos o taniwha protege determinada tribo ou povo ou região.
Eles também podem ser mortos como qualquer outro animal

Fontes:
http://www.teara.govt.nz/en/taniwha
https://en.wikipedia.org/wiki/Taniwha
https://sites.google.com/site/straightouttap10/home/novels/the-bone-tiki/characters/taniwha

9 de junho de 2017

Feitiços: Constelações 4

Objetos

Sculptor, 
Originalmente essa constelação era conhecida como o estúdio do escultor, mas o nome foi abreviado passando a ser apenas O Escultor, é representada como uma mesa com três pedras e uma cabeça sendo esculpida nela.

Caelum
Também chamada de Cinzel ou Buril de Escultor, Caelum é uma das 14 constelações introduzidas por Nicolas Louis de Lacaille, sendo retratada como um par de cinzeis.

Antlia
Batizada em homenagem à recém inventada bomba de ar. Assim como muitas constelações de Lacaille, Antlia não faz parte de uma mitologia, sendo na verdade uma homenagem a instrumentos cientificos.

Ara
O Altar, na mitologia grega, Ara era o altar onde os deuses fizeram suas oferendas e formaram uma aliança para derrotar os titãs, a Via Láctea próxima à constelação representaria a fumaça saindo do fogo.

Carina, Puppis e Vela
Essas três constelações juntas representariam partes de Argo, Navio que Jasão e os argonautas usaram em suas viagens em busca do Novelo de Ouro. O Navio se tornava visivel na primavera e então navegava em direção ao oeste passando pelo horizonte sul.

Circinus, Norma e Triangulum Australe
Lacaille representou essas constelações como três instrumentos de desenhista, sendo respectivamente, O Compasso, O Esquadro (ou régua) e o Nivelador. (Embora eu ache que Norma se parece muito mais com um nivelador de bolha e Triangulum se pareça mais com um esquadro)

Corona Austrina e Borealis
Mitologicamente as duas teriam ligação com o deus do vinho, Austrina seria associada ao deus Baco, a constelação retrataria uma coroa de flores que foi colocada no céu em homenagem à Sêmele, mãe de Baco. Já Borealis representaria a coroa que Dioniso deu à Ariadne

Crater
Crater é representada no céu como uma taça junto com o corvo e a hydra, de acordo com a lenda Apolo teria enviado um corvo para buscar água, mas o animal resolveu descansar no meio do caminho, como desculpa ele levou uma cobra d'água para explicar o atraso, percebendo que o corvo estava mentindo, o deus arremessou a ave, a cobra e a taça em direção aos céus

Crux
Antigamente ela era considerada parte da constelação de centauro. No hemisfério sul o Cruzeiro do sul costuma ser muito utilizado na navegação para se localizar o sul celestial, assim como Polaris é usada no hemisfério norte.

Fornax
Geralmente é descrita como um forno ou uma fornalha química, também nomeado em homenagem a instrumentos da Era da Iluminação

Horologium
Introduzido por Lacaille, O relógio também é uma homenagem à Era Iluminista, não possuindo uma mitologia.

Lyra
Na mitologia grega, Lyra representa a lira de Orfeu, criada por Hermes usando o casco de uma tartaruga. A habilidade de Orfeu com a musica era tão impressionante que ele poderia encantar objetos com sua lira além de conseguir calar o canto das sereias.

Microscopium
Introduzido por Lacaille e nomeado em homenagem ao microscópio. Dizem que antigamente as estrelas que formam essa constelação, costumavam fazer parte das patas traseiras de Sagittarius, mas isso nunca foi comprovado

Octans e Sextans
Ambos batizados em homenagens a instrumentos usados tanto na navegação quanto na astronomia.

Pictor
O Cavalete do Pintor, costumava ser descrita como um cavalete acompanhado de uma paleta de tinta

Pyxis
A bussola, dizem que antigamente Pyxis fazia parte de Argo, representando o mastro do navio, mas depois que Argo foi separada em três constelações, a constelação que formava o mastro passou a ser denominada como A Bussola.

Reticulum
Seu nome é uma referencia ás linhas de medição óptica usadas na mira dos telescópios

Sagitta
Na mitologia grega essa constelação representava a flecha que Hércules usou para matar a águia que devorava o figado de prometeu, justamente por estar próxima à constelação de Hércules e Águia.

Scutum
Originalmente chamado de O Escudo de Sobieski, a constelação recebeu esse nome em homenagem à vitória das forças cristãs lideradas pelo rei polonês John III Sobieski, na batalha de Viena em 1683

Telescopium
Nomeada em homenagem ao telescópio, ao longo dos anos o Telescópio acabou perdendo várias de suas estrelas mais brilhantes para constelações vizinhas.

Triangulum
Dizem que o primeiro nome dessa constelação era Sicília, já que se acreditava que a deusa Ceres, patrona de Sicília, implorou para Júpiter colocar a ilha Sicília nos céus

Fontes:
http://astro.if.ufrgs.br/const.htm
https://en.wikipedia.org/wiki/Ara_(constellation)
https://en.wikipedia.org/wiki/Argo_Navis
https://pt.wikipedia.org/wiki/Triangulum_Australe
https://pt.wikipedia.org/wiki/Crux
https://pt.wikipedia.org/wiki/Microscopium
http://www.zenite.nu/historia-das-constelacoes-ocidentais/
https://en.wikipedia.org/wiki/Reticulum
https://en.wikipedia.org/wiki/Scutum_(constellation)
https://en.wikipedia.org/wiki/Telescopium
https://pt.wikipedia.org/wiki/Triangulum