| Geralmente você não pode tirar fotos no vestiário por razões obvias, mas como eu estava sozinha eu tirei |
20 de junho de 2026
Guia dos Onsens
13 de junho de 2026
EU FUI PARA O JAPÃO!!!
Quanto tempo né? O motivo de eu ter passado tanto tempo sem postar, além do fato de eu ter me jogado no mundo das fanfics e não conseguir mais sair é que...
*:・.ೃ࿔.⋆❀° Eu fui para o Japão °❀⋆.ೃ࿔*:・
Eu provavelmente devo ter comentado isso no twitter, mas no geral eu não comentei muito sobre isso pois eu estava com um pouquinho de medo de mal olhado
Eu não sou muito supersticiosa mas é um pouco cômico que logo depois que começamos a planejar essa viagem noticias como tensões entre china e Japão, coreia do norte, erupção no monte Fuji, tsunami em Okinawa começaram a pipocar na minha timeline...
" Acho que quando chegarmos no Japão a primeira coisa q precisamos fazer é pedir desculpa..."
Para piorar o meu voo fazia escala no Qatar, a cada e-mail da companhia aérea eu sentia a minha pressão cair...
No fim deu tudo certo, o monte Fuji não explodiu, meu voo não foi cancelado, e nenhum míssil nem tsunami atingiu Okinawa, eu pretendo contar as minhas experiências aqui no blog, mas eu não sei realmente como vou organizar esses posts de viagem, eu não queria separar por locais pois há uma serie de experiências que eu tive em lugares diferentes, como visitar templos, ir em onsens então não sei se vou focar nos lugares em si.
Mesmo assim eu queria deixar registrado roteiro da viagem, então esse post vai dar um breve resumo dos lugares que eu passei:
Sai de São Paulo e voei até o aeroporto de Hamad em Doha, Qatar.
Depois fui para Tokyo passei uma noite no aeroporto dormindo embaixo de uma ponte e na manhã seguinte voei para Hiroshima onde o roteiro da viagem começou de verdade.
De Hiroshima eu fui para Miyajima onde me hospedei por uma noite em um Ryokan chique, pq eu queria ter a experiência de tomar banho em um Onsen afastado da cidade no meio da natureza.
O lugar era tão chique que eu fiquei um pouco nervosa de ficar lá, me senti o chico bento no shopping.
Apesar de ser conhecida como o local da primeira bomba atomica, passando alguns dias lá você acaba esquecendo disso, já que Hiroshima é conhecida pelas ostras ostras e o Okonomiyaki, tem barracas e restaurantes em praticamente todo o lugar.
Cervos e momiji manju também são símbolo muito conhecidos da província, principalmente na Ilha de Miyajima que é cheia de arvores de momiji e cervos (que embora seja proibido alimentar eles, ocasionamente eles podem roubar papeis e comida de turistas...)
De Hiroshima fomos para Kurashiki, Oyawama pois era semana da golden week quando a maioria dos japoneses tira ferias então a hospedagem fica mais cara, por isso ficamos em um local não tão conhecido.
Enquanto viajava fui postando fotos no grupo da família e meu tio foi postando curiosidades aleatorias dos lugares, que ele provavelmente pegou do Google...
"Kurashiki é um destino turístico popular na província de Okayama. Originalmente uma vila construída em terra recuperada do mar, mas suas plantações de arroz não se deram bem por ali. Então, eles experimentaram o algodão, o que provou ser uma jogada fortuita. Essas bolas fofas, de alta qualidade, também criaram uma indústria artesanal de sucesso que floresceu e fez com que Kurashiki se tornasse um elo de trânsito fundamental do comércio de algodão de 1573 a 1600."
Achei a informação estranha ja que eu vi várias plantações de arroz enquanto estava no trem...
Em Kurashiki havia uma vila história preservada aos pés do monte Tsurugata, o Kurashiki Bikan Historical Quarter. Embora fosse uma área fortemente comercial, grande parte da arquitetura do período Meiji e Edo foi preservada.
E assim como Hiroshima é conhecido pelo okonomiyaki e momiji, O símbolo de Kurashiki são as Glicínias que decoram tanto as tampas de bueiro quanto o Santuario Achi no topo do Monte Tsurugata.
De Kurashiki fomos para Osaka e... Osaka foi um pouco complicado... pois por ser uma area muito turistica, estava repleto de armadilhas de turista
Logo na rua ao lado do nosso Airbnb havia uma rua repleta de jogos de tiro ao alvo, arco e flecha, e um dos meus favoritos, Sukui que é basicamente um jogo onde você precisa pescar peixes ou bolinhas com uma rede de papel.
Quando eu era criança minha escola tinha forte influência japonesa, então eles faziam esse jogo durante as festas juninas, mas depois que eu mudei de escola eu nunca mais vi em lugar nenhum...
Osaka é conhecida pelo takoyaki, eu estava muito ansiosa para provar, então imagine a minha decepção ao descobrir que diferente dos de São Paulo que são mais sequinhos os de Osaka são bem cremosos por dentro o que me deixou um pouco triste.
Outro símbolo muito famoso em Osaka é o Billiken, o "Deus das coisas como elas deveriam ser", havia uma estatua dele em praticamente todas as lojas que nos passavamos (eu achei ele um pouco assustador), dizem que se você esfregar os pés dele você será agraciado com muita sorte e terá os seus desejos atendidos.
Em Osaka também havia muitos lugares para beber e comer à vontade, não só bebidas alcoólicas mas sucos, chás e refrigerantes, alem de vários bares de yakitori
Eu tirei um dia para visitar Kuroe que tinha uma atmosfera muito parecida com Kurashiki, mais calma e afastada da cidade.
Kuroe é conhecida pela Laca de Kishu, e eu queria muito fazer um workshop para pintar uma marmita de Obento.
Depois fizemos um bate e volta em Kyoto pois eu queria visitar um santuário, e acabei comprando uma quantidade não muito saudavel de objetos feitos com Chirimen, um tecido caracteristico de Kyoto...
De Osaka fomos pata Tokyo onde eu não aproveitei tão bem a cidade pois eu tirei um dia para pegar o maximo de goshuins possiveis, depois comprei um monte de utencilios culinários, Tokyo por ser uma cidade muito grande, assim como São Paulo cada parte dela tem uma característica diferente, talvez eu me arrependa um pouco de não ter visitado Harajuku, Akihabara ou até Nippori, o distrito dos tecidos, mas eu ja estava com dificuldade de fechar a mala.
Finalmente, pegamos um voo para Okinawa e passamos alguns dias em Naha e Motobu, como não poderia faltar nesse post, Okinawa tem um grande carinho por tubarões-baleia e estátuas Shisa (Cães leões guardiões das casas em Okinawa)
Agora... uma observação...
Quando estavamos indo embora, recebemos a noticia que um dos templos de miyajima que tinhamos visitado pegou fogo
É... Talvez a gente deveria pedir desculpas por essa viagem...
17 de fevereiro de 2026
3%
16 de fevereiro de 2026
Xícaras antigas e ratinhos de pelucia
Dias atrás eu queria deixar o meu quarto fosse mais ✧*:.。.Aesthetic.。.:*✧, um do motivos foi porque o lixo estava me incomodando...
Quando você pinta e desenha com certa frequência, você as vezes precisa de copos para misturar as tintas, limpar pinceis, etc.
Eu usava um copo de plástico que costumava ser a tampa de uma garrafa, servia para o propósito? servia, mas ela era muito feia
Então um dia eu vi um vídeo no Instagram de uma garota que usava o pires de uma xicara para pintar com aquarela, pensei, Por que eu não faço isso? posso colocar água na xicara e misturar no pires
Comprei um xicarazinha numa bazar de antiguidades (e talvez isso tenha despertado em mim o desejo de comprar mais antiguidades ✧*:.。.Aesthetic.。.:*✧ =D)
Enfim, eu também queria organizar melhor meu materiais, linhas, agulhas e para isso eu usei uma latinha de chocolates (na verdade eu queria uma latinha de biscoitos, mas enquanto eu não encontro uma vai essa mesmo...)
Para colocar as minhas agulhas eu pensei em fazer um bichinho de pelucia, inicialmente eu pensei em fazer um cogumelo vermelho, mas depois eu resolvi fazer um ratinho.
Eu usei como base esse ratinho que eu vi no pinterest:
21 de dezembro de 2025
Alone on the Map
Eu sempre gostei de RPG, mas para se jogar RPG normal, você precisa de 3 coisas: amigos, amigos que gostem de passar 4 ou 5 horas jogando RPG e o mais importante, amigos com tempo, coisas um pouco difíceis de encontrar na minha idade...
Mas recentemente eu descobri a existência dos chamados RPGs Solos onde você pode jogar sozinho sem precisar esperar os planetas se alinharem para você e seus amigos conseguirem se encontrar.
Um dos que me pareceu mais interessante foi "Alone on a Map" onde você é um cartografo que recebeu a tarefa de desenhar um mapa mundi.
No entanto...
Eu não gostei tanto assim da experiência... não parecia que eu estava desenhando um mapa de uma terra fantástica, e sim jogando dados e desenhando pontos de referência aleatoriamente.
Mas e se eu alterasse um pouco as regras? Tentasse tornar a experiência mais interessante?
No jogo original você dividiria uma folha de papel em 36 quadrantes, depois você usaria 2 dados de seis lados para decidir as coordenadas dos seus marcos e puxaria uma carta para dicidir que tipo de ponto seria, um rio, uma montanha. Depois você repetia o processo até que seu mapa estivesse completo ao mesmo tempo que você mantivesse um diario documentando cada ponto de referência no mapa
Mas vamos supor que as coisas fossem um pouco diferentes... você joga os dados para decidir em que ponto do mapa você inicia a sua jornada.
Eu usei um baralho de Tarot, por que eu queria nomear lugares de acordo com nomes de arcanos, mas você pode utilizar um baralho comum
Para jogar eu retirava duas cartas, a primeira indicava o tipo de terreno:
copas: fogo
paus: terra
ouro: ar
espadas: água
A interpretação disso cabe ao jogador, copas pode tanto ser um deserto desolado quanto uma região vulcanica, ouro pode ser uma região de alpes ou indicar uma cidade voadora, tudo depende do quão fantasioso você quer que seu mundo seja.
Já o numero indicava qual a extensão desse território, quantos quadrantes ele ocuparia, se fosse um As ele ocuparia um quadrante, mas se por acaso a carta fosse um rei, rainha, valete ou cavaleiro, isso indicaria a presença de uma cidade no quadrante.
A segunda carta representa como a natureza daquela área se mostra, assim como uma inspiração para o nome dessas terras. Se ela é hostil, fértil, rica, etc.
Copas: sentimentos
paus: conhecimento
espadas: perigo
ouro: riqueza
O numero representaria o valor dessas características, sendo Ás o mais pobre e rei o maior valor, um 10 de copas por exemplo poderia representar um lugar com forte valor sentimental, seja por ter um certo misticismo, seja pela natureza exuberante, ou por crenças que rondam a própria cidade, 2 de paus poderia ser um lugar inexplorado, que se tem poucas informações sobre, ou que esconde algum segredo.
Para apontar os diferentes tipos de terra eu usei aquarela em tons terrosos, por ser uma tinta que se espalha, achei que daria formas mais naturais para as ilhas. O modo como diferentes cores se mesclam causa a impressão de transição de paisagens.
E como é um RPG, eu tenho que criar um personagem. O nome da minha cartógrafa será Maria Vidine
Como cartografa, seria muito chato se ela apenas ficasse em um escritório desenhando mapas, então para construir os mapas ela irá viajar por esse mundo fictício que estamos construindo.
Esse é o seu diário de viagens:
Viagens de Maria Vidine
Coordenadas (4,3) (cartas: 2 de Ouro, Ás de Ouro)
Começo a minha jornada em Prosperidade, local conhecido pelos seus metais preciosos e cavernas inexploradas
Pessoas de todo os lugares vem até aqui em busca de novas oportunidades
(4,1) Cartas: Valete de Espadas, 8 de copas
Seguindo para o norte chegaremos a baia do Desapego, lar das ruinas de Mirage, ao contrario da maioria das ruinas, Mirage não foi destruída por invasões e sim abandonada. Por ser uma região montanhosa, paleontólogos acreditam que a cidade foi abandonada após uma grande escassez de comida. A região montanhosa e fria dificultava a agricultura, e a geografia ingreme impediu a construção de portos na época, isso provavelmente obrigou seus cidadãos a cruzarem o mar e as montanhas em busca de terra mais férteis.
(1,3) Cartas: Rei de espadas, Hierofante
Mirage não recebeu esse nome a toa, navegadores de diferentes épocas relatam o avistamento e uma cidade no meio do mar, como as ruina são banhadas pelos mares onde essa lenda circula, muitos associam as ruinas com a lenda, acreditando que as lendas se referem a cidade abandonada.
No entanto, é curioso apontar que embora relatos de "cidades flutuantes tenham diminuio nos ultimos seculos, elas na realidade foram substituidas por relatos de "navios fantasmas". Eu mesma enquanto cruzava esse oceano acreditei ver por um breve segundo, algo que parecia ser uma ilha no horizonte noturno, ao pedir para que o capitão virasse o barco, eu percebi que a ilha não estava mais lá, o capitão do navio então me contou uma versão da lenda onde essa ilha/cidade/ navio é um guia, um local habitado por aqueles que se perderam no mar, que ela pode te levar ao eu destino ou te tornar parte deles...
Como cartografa acho fascinante a ideia de uma ilha completamente desconhecida, mas não acredito que seja prudente gastar recursos em busca de um local mitológico...
(2,2) 6 de Pau, Ás de Copa
Após cruzar o mar, atracamos em Niwe Coppr, um continente misterioso coberto por uma gigantesca floresta com reputação de carregar dons místicos
(2,5) Torre, 4 de ouro
Seguindo para o sul encontramos a cordilheira das quedas, uma extensa cadeia de montanhas, esse costumava ser a capital de um reino prospero, mas que infelizmente caiu no esquecimento. Exploradores e aventureiros costumam se arriscar na busca pelo palácio da antiga capital. Embora registros confirmem que a cidade é real, ela muito provavelmente foi destruída e saqueada há muito tempo atrás...
(6,3) 9 de ouro, justiça
Contornando os montanhas, segui para oeste em direção aos vales do Karma, uma formação rochosa mais baixa que as cordilheiras das queda, mas igualmente impressionante, talvez eu volte aqui em outra ocasião para registrar suas formações com mais detalhes
(4,5) 8 de espadas, 3 de espadas
Após pegar outro navio na costa o Karma, atravessei o mar que separa Prosperidade e Niwe Coppr, também conhecido como mar o desgosto.
Não é apenas o mar que divide dois continentes tão diferentes um do outro, o mar do desgosto banha dois desertos igualmente distintos.
Terreno (10 de copas, 4 de copas) Significado (3 de copas, O enforcado)
Enquanto Prosperidade tem a baia da Abundância conhecida pela belíssimas praias, Niwe tem a praia as oferendas, onde antigamente pessoas eram levadas para o mar como sacrifícios e nunca mais retornavam.
É curioso como tão próximo o mar do desgosto onde vidas se perdiam no mar temos o Oceano Mirage, onde há lendas sobre uma cidade formada por pessoas que se perderam no mar...
Floreta Niwe Coppr (2,4) Imperatriz
Embora a maior parte da floresta seja inexplorada, há diversos vilarejos espalhados em seu interior a maioria de liderança matriarcal, muitos voltados para a agricultura e o artesanato.
(2,5) Cavaleiro de copas (uma cidade foi encontrada), força
Eu encontrei!!!
Depois de decidir cruzar a cordilheira as quedas, eu encontrei uma estranha formação rochosa, o palacio da capital nunca foi encontrado pois ele fazia parte das montanhas, eu apenas o encontrei poi estava procurando um lugar para me abrigar da chuva.
(O mundo)Infelizmente a maior parte de eu tesouros for saqueada como eu temia. Marquei no mapa a localização aproximada para quando eu voltar para a minha cidade natal. Mesmo que a maior parte tenha ido saqueada a estrutura continua sendo o bem mais valioso desse palacio. Estalactites e estalagmites esculpidas adornam cada canto do salão principal.
Ha diversos desenho e escrituras nas paredes, fiz algumas anotações e pretendo levar para o departamento de línguas e antropologia.
(2,6) 9 de espadas, Diabo
Sigo para a parte mais perigosa de minha viagem, ao sul das cordilheiras se encontra o mar do Diabo, um lugar perigoso e traiçoeiro, quase nenhum barco se atreve a cruzar essas aguas, alegando que são amaldiçoadas
(4,6) Rainha de paus
Retornei aos Vales do Karma pelo rio Mae Ardor, ao longo ele avistei diversas cidade construidas em suas margens. O povo de Karma é alegre e convidativo, apesar de serem extremamente insistentes sobre certas coisas, não é vito com bons olhos recusar convites por aqui, principalmente na cidade de Mar Ardor onde eu me hospedei por algumas noites.
(5,5) 10 e paus
Apos minha estadia em Mae Ardor, fui para o nordeste seguindo as margen do rio, embora Karma possua uma vasta cadeira de montanha, as trilhas por onde a maior parte dos rios corre é bem agradavel. É facil se perder nas montanhas, mas se você encontrar um rio, logo encontrará uma cidade.
(o Louco)
Infelizmente o meu trabalho como cartografa me impede de pegar as rotas já exploradas, então me afastei das margens e fui para sudeste em direção as montanhas.
(5,6) O sol
No coração de karma há um morro que se destaca dos outros. Crença locais dizem que se você iniciar a escalada desse morro ao por do sol e atingir o topo a tempo do nascer do memo, você terá uma vida de sucesso. Eu comecei a minha escalada mais céu apenas para poder admirar a vista, realmente o nascer o sol aqui é belíssimo, de certa forma eu sinto que já alcancei o sucesso em minha jornada.
Então esse é o mapa finalizado de... Trea Rost uma terra repleta de montanhas inexploradas e prósperas:
17 de novembro de 2025
Um conto com um enigma
3 de novembro de 2025
Replaigedom: Dia 2
Caso não saibam, eu estou participando do #Replaigedom que é basicamente uma serie de concursos relâmpagos no Instagram que vão acontecer no mês de novembro com a temática de fim do mundo, não vou participar de todos, só aqueles que me interessarem, mas pensei em postar aqui no blog o processo de cada uma das minhas participações.
Dia 2: Desenho Tradicional
Faça uma arte em pintura tradicional (materiais físicos)
"Qual tradição sobrevive ao fim?"
No começo eu pensei em comida, mas eu queria uma reposta mais filosófica, então eu pensei, o que poderia surgir depois do fim? Mesmo que não reste mais nada além de poeira e ossos...
Talvez aquilo que sempre esteve ali... O que usamos para construir nossas lendas, nossos castelos, nosso mundo
Algo que é difícil descrever em palavras, mas a forma como sempre enxergamos figuras nas estrelas, como sempre sabemos que a terra é redonda por causa dos triângulos, por que as espirais existem.
Mesmo se o mundo acabar, há leis escritas no universo que ecoam silenciosamente através do tempo e espaço, leis que essas que moldaram o nosso mundo em diversas formas distintas
Quando eu comecei a fazer o desenho a ideia era retratar um shopping com o teto de vidro quebrado revelando o céu, pilares de sustentação corroídos pelo tempo, e plantas que cresceram dentro de crânios enquanto buscavam a luz.
A ideia de que mesmo se os que vierem depois de nós não forem humanos, ele seguirão os nossos passos, construirão suas casas com nossos castelos, escreverão suas historias com nossas cinzas, e pintarão quadros com joias que deixamos para trás, pois vivemos no mesmo universo.













