29 de junho de 2011

Diere a fada dos animais- Capitulo 4- Lovely aparece

                -Eu tava te procurando- disse Lovely- O que é isso? Um filhote de dragão?
                -É, ele ta machucado, preciso levar ele para uma fada da água.
                Lovely olhou os ferimentos com parecendo preocupada, ela puxou a asa e viu um liquido amarelo na pele.
                -Uma fada da água não vai ajudar muito, ele foi mordido por outro dragão, ele precisa de um antídoto do chifre de um unicórnio negro. Mas o único unicórnio negro em Magictopia é o Pegasus, mas ele não deixa ninguém chegar perto dele.
                Pegasus olhou para Lovely com um olhar esnobe, Maithe olhou para ele e disse:
                -Você não vai fazer nada?
                -Maithe, você consegue falar com ele?- disse Lovely
                -Consigo. Vamos Pegasus, o dragão vai morrer se não receber o antídoto.
                -Eu não preciso te obedecer, você não age como uma fada dos animais.
                Aquela atitude já estava deixando Maithe nos nervos, um bebê ia morrer e ele não estava nem ai. Ela podia ser insegura e não saber usar nenhum dos seus poderes, mas Maithe se importava com o dragão, e faria qualquer coisa para salva-lo.
                -JÁ CHEGA!!!! Você vai fazer o que eu estou mandando!!!! Vai me entregar o antídoto AGORA!!!!
                Pegasus se espantou um pouco, mas depois se agachou e pingou o antídoto na asa do dragão que cicatrizou imediatamente.
                -Finalmente acabou.- disse Maithe
                -Na verdade, você vai ter que levar ele de volta para a montanha dos dragões. Mas tudo bem, você sabe voar não é?- Lovely disse
                -Não, eu não sei, mas você sabe não é Tati?
                -Sei, mas asas de fada congelam lá, por isso não posso ir.
                -Se você não aprender a voar, nunca vai chegar ao topo da montanha, e se não aprender a se transformar em animais, vai morrer de frio.
                -Eu dou um jeito, preciso levar ele de volta para a sua mãe.
-Falando nisso, você precisa de um nome de fada. Que tal Diere?
-Diere? Eu gostei.

27 de junho de 2011

Diere a fada dos animais- Capitulo 3 -O filhote de dragão

                -Quer uma prova de que você é insegura?-disse Pegasus- Suba naquela arvore.
                -Hum? Mas é muito alta, e se eu cair?
                Pegasus deu de ombros e se virou, Maithe começou a escalar a arvore, mas escorregava e ralava as mãos
                -Ai!! Minhas mãos, eu nunca vou conseguir escalar essa árvore.
                -Você deveria usar os seus poderes
                -Que poderes, e por que você achava que eu era uma fada dos animais?
                -Por causa dessa borboleta, ela é o símbolo das fadas dos animais, mas nunca aconteceu de que um símbolo tão importante fosse parar nas mãos de uma menina tão frágil.
                Alguma coisa se mexeu no alto das árvores e foi caindo, era um filhote de dragão ferido. Ele estava quase atingindo o chão, mas Maithe deu um salto e segurou ele antes que ele batesse no chão.
                -Uau!!! Como eu fiz isso?
                -São os instintos, uma fada dos animais tem instintos q dizem para ela salvar qualquer animal.
                O pequeno dragão pulou dos braços dela e começou grunhir.
                -O que ele tem?
                -Oras, eu vou saber? Não falo dragones, deve estar com medo você tem que impor respeito aos animais e fazelos se sentir seguros.
                -Mas e se ele me morder?
                -Bem, se ele fizer isso a única cura para veneno de dragão é uma substancia que sai do chifre dos unicórnios negros, mas eu não sei se eu vou te dar.
                Maithe fez uma cara de espanto, já havia desistido, mas olhou para o filhote de dragão e viu que a asa dele estava sangrando. Se aproximou do dragão e disse:
                -Ai...Por favor... Não me morde.
                O Dragão mostrou os dente como sinal de aviso, Maithe hesitou um pouco mas pegou ele no colo.
                -Onde fica o veterinário desse lugar?
                -Veterinario? Não existe isso aqui. Você tem que encontrar uma fada da água. Existem varias no castelo ou na escola você vai ter que ir para lá voando.
                -Mas eu não sei voar.
                -Vai ter que ir, o castelo fica muito longe.
                Por sorte Lovely estava vindo, Maithe olhou para cima e reconheceu a amiga, e Lovely se lembrou quem era Maithe.

25 de junho de 2011

Diere a fada dos animais- Capitulo 2 Diere chega em Magictopia

                 A mãe de Tameria criava jóias amaldiçoadas para proteger um tesouro, e o seu pai forjava armas mágicas, Tameria era conhecida por ter unido as duas coisas de um jeito muito especial. Ela criava armas mágicas, mas para que as fadas ou bruxas carregassem elas pelo mundo dos humanos ela enfeitiçava para que pudessem ser usados como acessórios, como um anel que hipnotiza as pessoas ou um broche que vira um escudo.
                -Hum... interessante, assim ela poderia carregar a espada e o amuleto juntos. Vou tentar criar algo assim.
                Tameria começou a fazer a espada na sua oficina e Lovely ficou esperando na entrada, um tempo depois ela saiu com uma espada de cristal, ela fez um movimento e a espada virou um palito de cabelo branco com pedras enfeitando.
                -Puxa, ficou muito legal!!!
                -Espera, antes de ir eu preciso te dar uma coisa.
                Ela foi até a parede onde tinha um arco e flecha pendurado, na ponta da flecha tinha um coração, como se fosse uma flecha de cupido.
                -Para você, é um arco e flecha muito especial, pode ferir as pessoas, ou abrir o coração delas para que se apaixonem.
                -Muito obrigada, me ajudou muito.
                -Volte sempre.
                No dia seguinte M... estava procurando o dono da pedra para perguntar por que ela havia virado uma borboleta de cristal. Ela entrou no banheiro feminino onde por acaso Lovely havia deixado um portal. Quando ela colocou a borboleta em cima da pia, um portal se abriu e ela caiu dentro dele.
                Quando acordou ela estava em Magictopia, no meio do campo dos unicórnios. Um unicórnio negro estava tentando acorda - lá, seu nome era Pegasus, o pelo dele era bem escuro, e ao invés de um chifre dourado o dele era prateado.
                -Acorde fada dos animais.
                -An? O que aconteceu?Fada dos animais?
                M... se levantou e quase desmaiou ao ver um unicórnio falante. Ela tentou tocá-lo mas ele se esquivou mantendo um olhar seco e serio.
                -Q- quem é você?
                - Meu nome é pegasus, eu estou esperando a verdadeira fada dos animais, mas pelo jeito, não é você.
                -Eu? Fada dos animais, eu... eu... Mas como você sabe que não sou a fada dos animais?
                -Uma fada dos animais deve ser decidida e confiante, você parece um filhote de passarinho que acabou de sair do ovo.
                -Nossa como você é grosso.
                Enquanto isso Lovely estava procurando a pedra.
                -Ai  caramba, onde eu perdi? Será que eu derrubei na pirua? Se fosse assim alguém já teria encontrado.
                Umas meninas estavam conversando perto e Lovely acabou ouvindo uma parte.
                -Onde a M... foi parar? Ela estava aqui na primeira aula não estava?
                Isso foi o suficiente para Lovely entrar em pânico, principalmente por ter uma memória horrível ela não se lembrava quem era M....
                -Não tem jeito, eu tenho q ir para Magictopia procurar essa garota.
                Ela entrou no banheiro e passou pelo portal.

24 de junho de 2011

Dias das fadas

Hoje é o Fairy day, quero desejar um otimo dia a todas as fadas que eu conheço, tanto na vida real quanto na internet. Um festival que não é só dedicado as fadas, mas a humanos que acreditam nelas, e possuem magia dentro de si, os que se recusam a acreditar que uma coisa só existe se pudermos ver, as fadas são como o vento, ou o amor, a grande maioria não pode ver, mas pode sentir.

22 de junho de 2011

Diere a fada dos animais- Capitulo 1- oito anos depois

                Já havia se passado oito anos desde que Ice e Lovely  encontraram as ruínas de Magictopia, uma cidade habitada por fadas bruxas e até sereias, demoraram um bom tempo reconstruindo a cidade e muitas outras fadas, bruxas e feiticeiros passavam um tempo lá, e voltavam para casa antes que os pais percebessem, se precisassem ficar muito tempo era só criar uma copia de si mesmo.
                Mas no período de aulas a maioria sossegava e tentava levar uma vida normal, escondendo aquele lugar do mundo dos humanos.
                Lovely não conseguia ser assim, ela não se afastava da magia por nada, vivia carregando uma pedra amuleto para dar a uma menina que pertencesse ao mundo mágico.
                Depois de seis anos Lovely tinha mudado de escola. Sentia saudades de suas amigas Mariana e Karen, e no fundo sentia como se tivesse abandonado elas.
                Tinha feito varias amigas naquele novo colégio, mas nenhuma delas tinha aquele “algo” especial para que pudesse ganhar uma pedra.
                Naquele momento ela estava entrando no ônibus para ir para casa, uma menina de cabelos negros e crespos sentou do seu lado, ela colocou a sua lancheira no banco onde se lia M...
                -Oi, meu nome é M..., qual é o seu?
                -Tati.
                M... e Tati ficaram conversando durante a viagem, quando Tati chegou em casa e desceu do ônibus ela derrubou uma pedra que estava na sua mochila. Quando chegaram na casa de Maithe ela viu a pedra que Tati tinha esquecido mas quando tocou ela virou uma borboleta de cristal amarelo.
                -Nossa!!! O que é isso?
                Enquanto isso Lovely foi para Magictopia ver Melody, sua raposa fada e dar um oi para Giselle e Giovana, que como não tinha uma casa, moravam lá.
                -Lovely- Disse Giselle- Pode me emprestar a pedra amuleto que esta com vc?
                -Claro.
                Lovely pôs a mão dentro da mochila e viu que ela estava meio aberta, começou revirar a mochila procurando a pedra, mas ela não estava lá.
                -Ops...
                -O que você quer dizer com ops Lovely?
                -Eu acho que eu perdi...
                -Perdeu? Ficou maluca? E se uma bruxa má encontrar?
                -Relaxa Giselle, devo ter perdido na escola, amanhã eu procuro. Agora eu preciso ir, Ice fez aniversario mês passado e eu me esqueci de dar um presente para ela.
                -Você é muito esquecida- Disse Giovana
                -Eu sei, mas conheci uma garota meio anã e gnomo, ela tem uma oficina que cria objetos mágicos.
                Lovely saiu voando (literalmente) em direção a floresta das ninfas. Aterrissou perto de uma cabana de pedra. Entrando lá Lovely viu varias espadas e escudos na parede. Uma garota baixinha de tranças apareceu com um martelo e disse:
                -Quem está ai?
                -Sou eu, Tameria, a gente se conheceu ontem, você me disse que se eu encontrasse os materiais você faria uma espada.
                -E encontrou?
                -Sim, peguei o cristal de um lírio do inverno a pedra mais dura conhecida, para fazer a lamina, ouro, e uma fita azul.- colocando tudo em cima da mesa
                -E o que é isso?- Tameria disse apontando para um objeto.
                -É o amuleto da Ice, eu estive pensando se você não podia juntar a espada com o amuleto, assim ela não precisaria carregar tanta coisa.

20 de junho de 2011

Giselle- Capitulo 4- Magictopia

Eu sai de lá e comecei a procurar a tal cidade, passei por varias cidades, mas eu não sabia direito onde estava a tal cidade, até que um dia eu ouvi umas garotas falando de um lugar chamado Magictopia:
-Vamos nos reunir na floresta das ninfas- disse uma delas
-Mas estamos muito longe- a outra disse
-Não se preocupem, Lovely colocou  vários portais pela cidade, mas só pessoas mágicas podem passar.
Comecei a pensar, será que essa era a tal cidade? Uma das meninas tocou a parede do prédio com alguma coisa e de repente começou a ventar muito, quando parou de ventar elas haviam sumido.
Me aproximei e toquei a parede, mas não aconteceu nada, o que era aquilo que a garota tinha nas mãos? Olhei para o meu colar e lembrei de uma coisa que Ivone tinha me dito:
“Esse colar é o símbolo das bruxas, antigamente ele tinha outra função, mas não sei direito qual”
Só podia ser isso, o colar era como uma chave para entrar na cidade, por isso só pessoas mágicas conseguiam entrar, por que tinham o amuleto.
Aproximei o colar da parede e um simbolo de lua se formou, começou a ventar novamente e quando eu abri os olhos estava no pátio de algo que parecia uma escola, mas havia garotas voando com asas de borboletas ou libélulas, havia garotas voando em vassouras e dragões que eram tratados como animais de estimação.
Mas parecia que eu estava em cima de algo mole, olhei para baixo e vi uma menina que deveria ter a minha idade, do meu lado tinha duas meninas uma devia ter uns 9 anos e a outra uns 7 elas estavam olhando para baixo e a de 9 disse:
-Você esta em cima da minha prima.
A garota que estava embaixo de mim disse:
-Ice... Por que todas as pessoas que eu conheço caem em cima de mim?
Eu sai de cima dela e ela se levantou e continuou reclamando:
-Não, serio, lembra do dia q a gente conheceu aquela maluca da Giovana? Ela também caiu em cima de mim... Alias- Ela disse se virando para mim- Qual é o seu nome?
-Giselle- eu disse
-Meu nome é Lovely, essa é a Ice e a menorzinha se chama Kaila.
Uma menina de cabelos roxos apareceu com alguns arranhões no rosto, ela tinha uma adaga de pedra na mão e tinha asas de morcego.
-Falando no diabo... E ai Giovana, como foi a sua luta?
-Foi ótima, dei uma surra naquele garoto-Ela disse- Quem é a garota nova?
-O nome dela é Giselle, acho que é uma bruxa – Lovely disse olhando para o meu colar.
-Deve ser muito boa em lutar- Giovana disse
-Eu não gosto de lutar, acho que tudo pode ser resolvido numa conversa...
-Bla, bla, bla- disse Giovana
-Você é muito mau educada.
Giovana revirou os olhos e Lovely soltou uma leve risada.
-Estou vendo que vocês duas vão se dar muito bem- Lovely disse- Gio
Quando voltei para casa, meus pais me deram um presente, uma gato preto, eu chamei ele de Max. De vez em quando eu passo as férias em Magictopia com a Lovely, a Ice, a Kaila e a Giovana.

18 de junho de 2011

Giselle- Capitulo 3- Ivone


Quando acordei eu estava no sofá de uma casa bem antiga, a mulher de ontem a noite estava na cozinha, ela saiu de lá com um prato de bolo e disse:
-Acordou? Deve estar com fome
-Quem é você- eu disse pegando um pedaço de bolo
-Eu estava esperando você, é muito perigoso voar numa tempestade, você deveria saber disso, ainda me lembro do dia que você era apenas um bebê.
-Você é a minha mãe?
A mulher começou a rir e disse:
-Se você conhecesse a sua mãe- ela fez uma longa pausa e disse:
-Minha irmã sempre foi muito egoísta, sua avó tinha muito orgulho dela, fazia de tudo para conseguir o que queria, sem se importar com ninguem.
-Você é a irmã da minha mãe?!
-Sou, meu nome é Ivone, eu era a irmã mais velha, e a ovelha negra da família, numa família de bruxas más eu era a boazinha.
Eu peguei uma foto de três garotas, uma de cabelos cor de mel e olhos azuis, outra de cabelos negros e olhos verdes e a ultima deveria ser Ivone.
-Quem são essas duas- eu disse apontando.  
-Essa de cabelo castanho é a sua mãe, você tem o cabelo igual ao dela. Essa de cabelo escuro se chama Catarina, foi ela que matou a sua mãe, ela era uma feiticeira muito poderosa, nós éramos amigas.
Ivone me contou tudo sobre a historia da minha mãe, que ela e Catarina eram rivais e que Roxane sempre teve muita inveja dela. Ela me contou um pouco sobre o meu pai, mas disse que não o conheceu direito
-Antes de ir destruir Catarina ela veio aqui e me entregou você dizendo para eu dar um fim naquilo, quando ela foi embora eu fui para um outro pais deixar você com uma família que cuidasse de você, assim você estaria a salvo da sua avó e as outras bruxas más que poderiam te matar.
-E você?
-Eu nunca fui boa em feitiços e essas coisas, por isso não me consideram uma ameaça,também posso prever o futuro, mas só de vez em quando. Aliais Giselle, você fará uma amiga aqui no Brasil.
-Brasil? Eu estou no Brasil?
-Você ia para os Estados Unidos, mas acabou caindo do navio e veio parar aqui.
-AI!!!! Acabei de lembrar, as minhas malas!!!
-Não se preocupe, eu trouxe elas com um feitiço.
Eu olhei para o chão e as minhas malas estavam lá.
-E sobre a garota que você falou?
- Eu não sei de todos os detalhes, mas parece que ela passa um tempo numa cidade perdida, ela é uma fada.
-Uma fada? Ela é pequena?
-Não, as fadas agora são do tamanho dos humanos e tão poderosas quanto bruxas, nunca vi uma de verdade, mas dizem que existem varias. É melhor você ir, sua avó vai vir aqui mais tarde.
 

13 de junho de 2011

Giselle- Capitulo 2- Uma bruxa na tempestade

-Mãe! Eu estava procurando o meu colar quando ele veio flutuando na minha direção!!!!
                Meus pais olharam um para o outro e o meu pai disse:
                -Giselle isso é impossível.
                -Mas é verdade!!!
                -Então mostre.
                Eu me concentrei no meu colar de lua e ele começou a levitar no meu pescoço. Meus pais olhavam de boca aberta.
                -Vocês sempre disseram que eu fui adotada, vocês não acham que eu posso ser uma... Bruxa?
                Eles continuavam a olhar para o colar.
                -Não acham estranho eu ter uma grande capacidade de aprender e de memorizar coisas? Eu tenho só nove anos e já li todos os livros da casa.
                Eles continuaram quietos, até que a minha mãe quebrou o silencio.
-Giselle... Você sabe que esse colar estava com você quando te encontramos, não é?
-Sim.
-Bem na verdade era uma pedra, mas quando você tocou se transformou num colar de lua.
- Isso quer dizer que eu sou uma bruxa?
-Não sabemos, talvez fosse à hora de você descobri de onde você veio. Sabe, procurar a sua verdadeira família, eles podem te explicar melhor como funcionam esses poderes.- disse o meu pai
-Mas ela só tem nove anos - minha mãe disse
-Eu preciso ir- eu disse- Eu tenho que descobrir quem me deixou na porta. Sem falar que eu aprendo muito rápido, não vou ter problemas...
Na manhã seguinte  Giselle estava pronta para partir.
-Como você vai viajar? Não tem dinheiro- minha mãe insistia
Eu toquei no meu colar e ele virou uma vassoura.
-Viu? Eu sei como me virar, e prometo voltar logo.
Eu subi na vassoura que saiu flutuando e fui embora viajar pelo mundo. Bem essa parte é meio chata, eu viajei por muitos países, e aprendi varias línguas e culturas, descobri que o meu colar de lua é o símbolo das bruxas, existem vários símbolos, de fadas, sereias, etc... E que a maior parte das bruxas vive na Alemanha, passei vários anos viajando pela Europa.
                Quando estava com 14 anos resolvi ir para outro continente, voltei para casa e disse aos meus pais sobre o que eu pretendia fazer, minha mãe como sempre não concordou com a idéia, mas meu pai apoiou a idéia, minha mãe não me deixou ir voando até a America, ela odiava voar, então ela comprou uma passagem de navio.

                Viajar de navio era legal, eu não estava na classe executiva, mas mesmo assim era divertido sentir a brisa do mar.
Numa noite de tempestade, o navio balançava muito, eu estava tentando chegar na parte coberta, mas eu acabei sendo arremessada para fora do navio. Por sorte o meu colar estava no meu pescoço e eu consegui transformá-lo em vassoura, mas não consegui voltar para o navio.
Passei a noite tentando encontrar terra firme. Avistei uma ilha de longe, mas estava muito escuro, nem sabia que horas eram. A maré me trouxe para a areia eu estava encharcada e muito cansada, precisava encontra um lugar para me secar, mas acabei pegando no sono, a ultima coisa que vi foi uma mulher se aproximando de mim.


(Essa é a primeira historia que eu crio com ilustração, o que vocês acham? Ficou bonito?)

10 de junho de 2011

Exposição de arte de Mariko Mori

Em agosto a exposição da artista plastica Mariko Mori chega em São Paulo, possui esculturas interativas feitas de technogel (algo entre o solido e o liquido) e uma nave espacial com mais de seis toneladas, eu estou louca para visitar.
Falando nisso se alguem notou Diere tem um blog, de girl para girl, o link esta ao lado.
A obra interativa "Wave Ufo", na rotunda do CCBB, e uma miniatura da nave extraterrestre, no andar da exposição

9 de junho de 2011

Poção para falar com os passaros

Diere é sempre muito cuidadosa quando se trata de poções e feitiços, eu nem tanto, adoro esperimentar coisas, mas na maioria das vezes a Diere tem razão, imaginem o que os pombos devem falar entre si... Bem, vamos a poção:
Ingredientes:
  • Petalas de calêndula
  • Pena
Como fazer:
Prepare uma poção com as petalas da flor (Eu não sei se tenho que usar as petalas ou as sepalas), quando estiver morno passe na sola dos pés com a pena.

6 de junho de 2011

Giselle- Capitulo 1- Roxane

Há alguns anos existia uma bruxa chamada Roxane, ela tinha vindo de uma família de bruxas cruéis e ela era muito poderosa.
                Mas na mesma época existia uma feiticeira que se chamava Catarina, ela era muito sabia, e bondosa.
                As duas eram rivais e viviam brigando entre si, um dos motivos da rivalidade era um homem chamado Cristiano
                Cristiano gostava muito de Catarina, e Roxane sabia disso por isso fez uma poção do amor para seduzi-lo, Deu certo, mas Catarina era muito inteligente, ela conseguiu quebrar o feitiço de Cristiano. Tudo teria ficado bem, se Roxane não fosse tão vingativa, depois de alguns meses sumida ela voltou disposta a matar Catarina.
                Roxane matou Cristiano tentando atacar Catarina, quando Roxane estava quase vencendo Catarina lançou um feitiço matando Roxane, Apesar de Catarina ter vencido, ela estava muito fraca, e não tinha mais motivos para viver, ela acabou se matando.
                Historia triste não? Mas ainda não acabou, algumas pessoas dizem que Roxane teve uma filha, por isso passou uns meses sumida, mas ninguem nunca soube onde ela foi parar.
                Bem, eu sei, afinal eu sou a filha de Roxane, uma das bruxas mais poderosas e completamente doida que já existiu, dizem que a maioria das bruxas não são más, mas as bruxas da minha família eram, mas já vou contar como eu descobri tudo isso
                Eu fui encontrada na porta da casa de um casal que não podia ter filhos, não sei quem me deixou lá, o casal resolveu me adotar, vivi muito feliz, até que um dia uma coisa estranha aconteceu.