31 de agosto de 2011

Vampiros foram extintos?- Capitulo 5

-Meu dente!!!!- Alex disse colocando a mão na boca, ele acabou tropeçando e caindo escada abaixo
                -Minha mão!!!- Ice disse olhando para a mão que sangrava
                -Kaila, eu to com a impressão de que o dia vai ser longo- Giselle disse olhando para aquela cena insitada
                Kaila estava cutucando Alex que estava caído no chão.
                -Ai gente, eu acho que ele morreu.
                -Bem de certa forma ele já esta morto- Giselle disse
                -É verdade, ele está meio estranho- Ice disse
                Alex parecia estar passando mal, Giselle se aproximou olhando para a garganta dele
                -Talvez seja sangue de fada
                -O que?-Ice perguntou
                -Dizem que sangue de fada é venenoso para vampiros.
                -Ice, eu pensei que a Giselle não bebesse.-Kaila cochichou para Ice
                -Talvez tenham colocado alguma coisa na bebida dela.- Ela respondeu
                - Talvez seja por isso que ele esta morrendo, deve ter alguma coisa em sangue de fada que interfira nessas células. E Parem de dizer que eu estou bêbada!!!!
                -Será que ela vai vomitar, ou entrar em coma alcoólico?- Kaila perguntou
                -Aiiii. Que nojo- Ice disse torcendo o nariz
                -Sinto falta da Lovely... - Giselle disse colocando a mão na cara- Escuta Ice, eu tenho uma idéia, vai no quarto da Lovely e pega aquela flor azul.
                -Pra que? Para a Melody me matar? Sabe muito bem que ela protege o quarto da Lovely como a própria vida, principalmente plantas raras.
                -Tem razão, eu não queria ter que falar isso mas, você vai ter que perdoar ele.
                -Serio Kaila, acho que ela precisa de um medico.
                -Ice! O único jeito dele sobreviver é se você perdoar ele
                -Você anda lendo aqueles livros da Lovely né?
                -Talvez, mas não custa nada tentar não é mesmo.
                Alex já estava espumando pela boca.
                -E porque eu iria querer salvar a vida dele? Não sei se você percebeu, mas ele é um vampiro e me mordeu.
                Giselle pensou um pouco e finalmente disse:
                -Deve haver mais deles, se ele morrer não poderemos interrogá-lo
                Ice mudou de idéia e nesse momento Alex se levantou, mas antes que ele pudesse virar morcego e sair voando Ice pegou ele pelo pescoço e pôs contra a parede, nesse exato momento Diere entrou com um garoto, Ice reconheceu ele na hora, era o tritão que ela havia derrotado mais cedo.

29 de agosto de 2011

Vampiros foram extintos?- Capitulo 4

-Como foi a aula de luta Ice?
                -Eu derrotei um babaca, ele era um tritão, foi muito fácil, foi só eu congelar a água que ele usava para me atacar, e depois congelar as pernas, ou calda dele, sei lá.
                -Você o descongelou depois, né?
                -Talvez... E sem falar que se fosse uma luta de verdade ele não estaria nem vivo, fiz um favor a ele, agora ele vai aprender a quebrar o gelo.
                -Isso foi uma piada?
                -Para falar a verdade não, só a Lovely faz piadas desse tipo, e geralmente ela bebeu refrigerante, eu vou para o meu quarto alimentar a safira.
                Quando Ice entrou e viu uma coisa preta no chão se mexendo, pensando que fosse um rato ou uma barata começou a gritar. Ela correu até a gaiola e abriu gritando:
                -Safira!!! Pega!!!!!
                A ave saiu voando e agarrou um pequeno morcego que estava escondido entre os moveis, o morcego lutava para se livrar das garras de safira, mas era inútil, ele resolveu voltar a sua forma humana. Ice começou a gritar mais alto ainda.
                -Safira, mate o intruso!!!!
                La embaixo Giselle e Kaila estavam ouvindo Ice gritar.
                -Você acha que é uma barata?- Giselle perguntou
                -Talvez um rato- Kaila disse- Vou cuidar disso.
                -Cuidado para não derreter o quarto dela- Giselle avisou
                - Se eu derreter ela reconstrói
                Mas antes que Kaila pudesse subir, um garoto de olhos vermelhos e pálido como mármore desceu as escadas correndo com um pássaro atrás dele.
                -Sai de perto de mim seu abutre.
                Ice desceu as escadas ainda gritando.
                - QUEM É VOCÊ???!!!!O QUE FAZ AQUI!!!!???
                Alex finalmente conseguiu pegar a ave e a tacou na parede, ela não se machucou, simplesmente tomou controle das asas e parou antes de bater, depois voou para o ombro de Ice.
                -Vocês acreditam que apareceu um vampiro lá no meu quarto???!!!
                Alex pulou em direção a Ice para tentar morde-la, mas ice deu um soco nele por puro reflexo fazendo um dos caninos saírem voando. Os dois se afastaram um do outro rapidamente.

27 de agosto de 2011

Vampiros foram extintos?- Capitulo 3

Gabriela olhou para a tela e viu a reportagem sobre as mortes, mas o policial mudou de canal acreditando que eles já haviam visto muita tragédia num só dia, Gabriela teve vontade de estraçalhar ele, mas Alex estava se divertindo muito vendo Chaves.
                -Olha Gabi, eu nunca tinha visto algo assim- Ele disse rindo, mas logo parou ao ver a expressão da irmã.
                -Se me chamar de Gabi de novo eu arranco a sua cabeça
                O policial estava observando as duas crianças da mesa onde estava sentado, o seu colega chegou carregando os documentos do homem que morreu.
                -Eu preciso te falar uma coisa... esse homem não tem filhos, nós ligamos para a casa dele, a mulher disse que eles não tem filhos...
                -Então quem são aquelas crianças?
                Gabriela percebeu o movimento do ambiente e já estava pensando numa maneira de escapar, ela não podia matar eles, haviam muitos e mesmo sendo muito forte algum podia escapar, o sol ardia a sua pele e limitava a sua visão, ela tinha que ser rápida. Se aproximou da mesa e com um olhar inocente que ela já havia usado varias vezes com outras vitimas disse:
                -Onde fica o banheiro? Meu irmão quer ir, mas tem vergonha de perguntar.
                O policial apontou a direção e ela levou o irmão, olhou para os lados para ver se haviam câmeras de segurança, depois os dois viraram morcegos e saíram voando pela janela do banheiro.
                Enquanto voavam Gabriela começou a questionar novamente o irmão.
                -Nós ainda não terminamos, há um bom tempo eu percebi que você é muito diferente de nós, e algo me diz que você anda escondendo.
                Alex ficou em silencio e voou  para fugir de Gabriela, ele se escondeu no meio da copa da arvore, Gabriela foi atrás dele mas enquanto Alex se escondia ele acabou encostando em uma coisa que abriu um portal...

24 de agosto de 2011

Vampiros foram extintos?- Capitulo 2

Alex corria pela floresta o mais rápido que podia ele suava muito, ouvia os passos ligeiros se aproximando, eram muito rápidos, ele tropeçou e ralou o joelho, estava muito cansado quando ouviu uma voz.
                -É impossível escapar deles, eles vão te alcançar- a moça disse lançando uma luz em direção ao peito dele e saiu voando- Não seja como eles.
                Alex se levantou e continuou correndo como podia, mas quando olhou para trás viu Gabriela preparando as presas para o ataque.
                -NÃO!!!!
                Ele acordou um tanto assustado, já tinha sonhado aquilo varias vezes, mas esses últimos dias tinham sido mais reais, como se ele estivesse revivendo tudo. Alex olhou para o chão e viu a irmã, ela estava de olhos abertos, mas não estava acordada nem dormindo, era assim que ela esperava a noite chegar, ele desceu dali e se aproximou para ver o rosto da irmã. Era igual à de uns séculos atrás, mas os olhos ganharam uma cor avermelhada depois de ser transformada. Ele se aproximou mais, tinha algo estranho... Ela estava acordada!!!
                Antes que Alex pudesse se afastar Gabriela tirou o seu broche de morcego e usou para cortar o pescoço de Alex, ele pôs a mão no pescoço dizendo:
                -Ai!!! Ficou maluca? Poderia ter me matado!!!
                Ela não disse nada, puxou a mão dele para ver o corte, e viu que não sangrava.
                -Por que você dorme e sonha? Vampiros não fazem isso - Ela disse desconfiada
                -Era isso?! Você é maluca Gabriela- Alex disse esfregando o corte.
                -Eu estive observando você durante um tempo, e venho percebendo coisas estranhas.- Ela disse enquanto andava em volta do irmão- por que você dorme e tem sonhos, por que você ainda age como um menino sendo que tem quatro séculos de idade.
                -Eu sou um vampiro, eu não envelheço.
                -Disse muito bem irmãozinho, envelhecer, mas por dentro nós mudamos, olhe para mim, eu era só uma menina.
                -E agora virou uma assassina- ele disse baixinho.
                -Eu tenho a impressão de que esta me escondendo alguma coisa...
                Ela parou de falar, sons vinham do andar de baixo, os dois ficavam no sótão da casa durante o dia já que não tinha janelas, Gabriela abriu a porta do sótão para ver o que estava acontecendo. Tinham vários policiais percorrendo a casa com os corpos que haviam encontrado.
                -Droga, e essa agora- Gabriela disse baixinho- Ainda bem que eu cortei eles com uma faca, se não iriam desconfiar de alguma coisa...
                Gabriela se afastou um pouco, piscou fazendo com que seus olhos ficassem azuis como eram antes,abriu uma caixa de maquiagem, passou pó nela e no irmão para não parecer pálida, e começou a bater na porta com força pedindo por socorro. Alex que já tinha visto aquela cena várias vezes fez o mesmo.
                Os policiais abriram a porta que dava para o sótão e encontraram as duas crianças, muito assustadas Gabriela disse que um homem havia seqüestrado eles e prendido no sótão, enquanto eles iam a uma festa na escola.
                -Meu pai esta bem? -Ela disse.
                O policial acreditando que era um dos corpos que haviam encontrado fez um sinal negativo com a cabeça. Gabriela começou a chorar lagrimas de crocodilo, mas Alex não dizia nada.
                -Vocês têm mãe?
                -Sim, ela estava em casa no dia.
                -vamos, vou encontrar a sua casa.
                Eles saíram da casa, os dois usaram o braço para se proteger do sol, ele ainda ardia, mas não era mortal, era difícil acreditar que um tempo atrás ele poderia matar o mais poderoso vampiro.
                - Por que estão se protegendo do sol?
                -Passamos muito tempo lá dentro, não nos acostumamos com a luz- Gabriela disse, ele nem fazia idéia de quanto tempo eles não viam a luz do sol.
                Os policiais os levaram para a delegacia, e foram investigar o motivo das mortes e o nome das vitimas, Gabriela e Alex ficaram assistindo o noticiário, uma coisa chamou a atenção deles, era uma noticia sobre estranhos assassinatos, as vitimas tinham marcas de furos no pescoço.
                -Gabriela, existem mais de nós.

22 de agosto de 2011

Vampiros foram extintos?- Capitulo 1

                Casas mal assombradas existem em vários lugares, sempre causando medo em crianças que passam e ouvem historias sobre fantasmas que habitam aquela casa.
                Existe uma casa em particular que a noite as pessoas juram ouvir gritos desesperados de almas que assombram aquela mansão, mas aqueles humanos e até mesmo algumas criaturas mágicas não sabem que a coisa mais perigosa naquela casa não é um fantasma.
                As janelas estavam fechadas e o vento soprava lá fora, e gritos desesperados eram ouvidos, um menino sentado no sofá parecia morto, sua pele era branca como farinha, ele estava com um olhar parado e vazio, seus olhos eram vermelhos, mas bem no fundo deles havia  algo “diferente”
                Os gritos finalmente cessaram e a única coisa que se ouvia eram uns baixos gemidos. Da porta de onde os gritos vinham uma menina apareceu ela usava uma roupa antiga, um broche de rubi em formato de morcego, era loira e os seus olhos eram cor de vinho. O garoto que estava sentado se levantou, ele também usava roupas antigas, ele olhou para a menina e disse:
                -Já terminou?
                -Ele ainda está vivo, é melhor ir logo, sabe que comida morta não faz bem.
                -Eu estava pensando... Gabriela, e a gente precisa mesmo fazer isso? Tem varias crianças como nós...
                -Você disse crianças como nós? Alexander, desde quando crianças vivem até os 412 anos?
                -Não, eu quis dizer isso, mas, eles come varias coisas que parecem muito boas, melhor que aquelas coisas que a gente comia há 400 anos atrás. Eu queria provar aquilo que várias crianças comem, acho que se chama chocolate.
                -Pare de falar besteiras, olhe para mim, por fora pareço uma menina de 13 anos, mas por dentro sou muito mais velha, mas você continua agindo como um menino de 12 anos, quando você vai perceber que é um vampiro?
                Alex ficou em silencio e foi “jantar”, mas por dentro ele lamentava pelo dia que seguiu a irmã até a floresta.
                Mais gritos foram ouvidos naquela noite, e depois pararam de vez, nem mesmo um som de dor ou de desespero...
                -Muito bem, hoje vamos estudar historia- Dizia a professora de magia- Come sabem depois que caçadores invadiram Magictopia e ficaram presos, a vida ficou muito difícil no mundo dos humanos, muitas tiveram que se esconder para não serem presas e mortas, mas o que vocês ainda não estudaram foi vampiros.
                -Mas vampiros não existem-Ice interrompeu
                -Errado senhorita Ice, dizem que naquela época vampiros existiam, mas eram muito vulneráveis e foram todos extintos.
                -Professora, mas alguns livros incompletos dizem que eles arranjaram um jeito de evitar serem todos mortos.- Giselle disse
                -Giselle tem razão, alguns poucos livros dizem que eles armaram um plano para evitar a extinção, mas eles foram danificados com o tempo.
                Depois da aula Ice seguia com Giselle de volta ao castelo, Giovana tinha ficado para as aulas de reforço e treino de vôo.
                -Quando a Lovely vai voltar?
                -Dara disse que dentro de alguns dias o amuleto perde o poder e ela vai poder voltar.
                -Hum, e aonde anda a Diere?
                -Ela anda muito ocupada cuidando do Pegasus, ele perdeu toda a memória, mas continua arisco, não deixar ninguém chegar perto, ela já saiu machucada, mas parece que aos poucos ele esta se lembrando.
                -Que aula mais tensa, né?
                -Por quê?
                -Você sabe que eu não gosto de coisas como vampiros, fantasmas, bruxas e fadas das trevas, já é um milagre eu conversar com você.
                -E um milagre maior ainda você falar com a Giovana, se bem que a Giovana também me deixa louca.
                -Tenho que admitir que você esta certa. Mas você acredita mesmo que possam existir sugadores de sangue:
                -Nunca ouviu falar em sangue sugas, ou morcegos?
                Ice olhou para ela como se quisesse mata-lá.
                -Fica calma, eu só estava brincando.

20 de agosto de 2011

A viagem de Lovely-Capitulo 5

-Oh!! Daniel, que bom te ver, como foi o passeio pela floresta.
                -Foi tranqüilo, eu vi um bando de fadas fugindo da minha cabana e resolvi voltar para casa, encontro a minha casa quase toda DESTRUIDA!!!!!-Ele disse gritando
                -É, historia engraçada não?
                As mão dele começaram a brilhar de novo só que agora estavam vermelhas, parecia que ele estava com muita raiva, mas dessa vez Lovely foi mais rápida, prendeu ele com flechas na parede.
                -Não pode me deixar aqui, ela vai me encontrar.
                -Que isso sirva de lição para não brincar com os sentimentos dos outros.-Ela disse saindo da casa
                -Ei Lovely!!! Não faça isso!!!
                Lovely saiu e fechou a porta deixando Daniel sozinho na casa.
                -Você não acha que foi crueldade deixar ele lá?-Uma fada disse a ela
                -Não, deusas desse tipo preferem dar uma lição do que se vingar. Bem, eu não vou poder voar até as minhas asas crescerem de novo, acho que vou passar o resto dessas férias num hotel.
                -É verdade, fadas humanas são frescas- Ela disse
                A noite na cabana Daniel estava quase conseguindo escapar mas as portas da casa de abriram com o vento e uma mulher apareceu, era a deusa que Daniel tinha falado ela se aproximou dele e perguntou:
                -Quem era aquela garota Daniel?
                -Ninguém ela disse.
                -Você gosta dela?
                -Sabe tão bem quanto eu que eu não consigo sentir amor, só fingo sentir para derreter o coração de garotas como a sua filha, e e esta claro que eu odeio ela.
                A deusa deu um sorriso e disse:
                -Vou te dar um motivo para odia-lá
                Um brilho foi visto por toda a floresta vindo daquela cabana.

17 de agosto de 2011

A viagem de Lovely-Capitulo 4

-Legal, mas um cortezinho desses não é o suficiente para me derrubar- Ela disse colocando a mão em cima do corte.
                -Você  tem razão, você é uma fada do amor e das flores, por isso eu não consigo te enfeitiçar e o veneno não faz um efeito tão grande, vou ter que usar a minha arma secreta
As mão dele começaram a brilhar azuis, e como se estivessem pegando fogo, ele tentou atingir Lovely mas ela se defendeu com o braço, Lovely soltou um grito ao ter o seu braço queimado.
                -Meu braço!!!!!                                             
                -Eu posso fazer com que as minha mãos peguem fogo e usar em lutas.
                Lovely caiu no chão com mais um golpe, ela fez uma orquídea vermelha que cresciacrescer e usou a folha para curar a queimadura. Mas antes que ela pudesse se levantar o garoto fez um corte maior com a espada e Lovely desmaiou com o veneno.
                Ela acordou sentindo uma enorme dor em suas costas, quando abriu os olhos viu varias fadas presas em potes e viu o garoto com um par de asas em suas mãos.
                -Você!!!!
                -Dizem que a dor de ter as asas arrancadas é tão ruim como de tem todos os fio de cabelo arrancados.-Ele disse- Acabei de me lembrar que ainda não me apresentei, meu nome é Daniel, e o seu graçinha?
                -Se me chamar de graçinha de novo eu arranco os seus olhos.
                -Então me diga o seu nome.
                -Lovely- Ela disse virando para o outro lado.
                -Que nome lindo, tão lindo quanto a garota que o tem.
                -Tão lindo quanto as minha asas que agora estão nas suas mãos.
                -Você não entende, é para uma coisa importante.
                -Que tipo de coisa?
                -Eu deixei uma deusa zangada ao seduzir a filha dela e agora ela quer me matar, eu conheço um feitiço para mudar de aparência, mas preciso usar asas de fada. E graças a suas asas o feitiço esta quase pronto.
                -Puxa, que tocante- Lovely disse ironicamente.
                -Pode reclamar o quanto quiser, mas você nunca sairá daqui. Ele disse saindo.
                Lovely ficou olhando para as paredes e viu que a espada de Daniel estava bem perto.
                -É arriscado, mas eu tenho que tentar- Ela disse tentando cortar as cordas que a amarravam- Ainda bem que ele esqueceu a espada aberta.
                Lovely se levantou e soltou todas as fadas que saíram correndo para a saída. Ela estragou o feitiço de Daniel e quando estava prestes a abrir a porta para fugir deu de cara com Daniel.

15 de agosto de 2011

A viagem de Lovely-Capitulo 3

Naquela floresta tinha flores diferentes, Lovely estava aproveitando para colher essas flores quando ouviu alguém gritando, ela correu na direção e viu que tinha um garoto caçando as fadas, ela tirou um prendedor do cabelo e ele virou um arco e flecha.
                -Sinta raiva para uma flecha mortal, alegria para uma flecha de amor, triteza para paralizante e calma para uma flecha normal.
                Lovely atirou a flecha que só raspou de leve no rosto do garoto. Ele se virou e Lovely desviou o rosto para não olhar nos olhos dele
                -Cara nem acredito que consegui acertar, minha mira ta melhorando
                O garoto se virou mostrando um risco vermelho no rosto.
                -Você!! Quem é você?
                -Por que não tenta me pegar para descobrir- Ela disse enquanto corria e lançava mais uma flecha para irritá-lo.
                Lovely correu pela floresta e pegava carona nos galhos das árvores , uma raiz estava vindo mas ao invés de servir de impulso as raízes se enrolaram em Lovely.
                -Mas o que é isso? O que esta acontecendo aqui?
                As raízes começaram a apertar bem forte. O Garoto apareceu  mostrando um sorriso no rosto, Lovely tinha se esquecido de desviar o olhar e acabou olhando dentro dos olhos azuis dele.
                -Agora você esta sobre o meu controle- ele disse
                Lovely olhou para ele um tanto confusa, e abriu as asas cortando as raízes.
                -Ninguém consegue resistir ao meu olhar, como você conseguiu?
                Lovely ainda estava esfregando o braço.
                -Sabe que eu não sei, mas isso já é uma ótima vantagem- Ela disse atacando ele
                Os dois pareciam dominar as plantas, o garoto tirou a espada mas Lovely usou o seu arco e flecha para se defender.
                -Como a minha espada não quebra isso?
                -É um arco e flecha muito especial, ele é inquebrável.
                -Pena que não pode usar ele, já que esta usando para se defender
                -Não preciso do meu arco e flecha para acabar com você- fazendo com que um galho batesse com toda a força nele.
                -Cara essa garota é mais forte do que eu pensava.
                -Valeu pelo elogio, mas para onde você levou as outras fadas?
                -Você acha mesmo que eu vou te dizer?
                “Ele não vai me dizer, preciso encontrar uma forma de encontrar o lugar, e acho que já sei como”
                Lovely ficou para e o garoto atingiu ela com a espada, só fez um pequeno corte, mas para a surpresa dela a espada era venenosa.
                -Gostou, fiz com plantas venenosas dessa floresta

13 de agosto de 2011

A viagem de Lovely-Capitulo 2

Uma coisa saiu voando em meio as árvores ela voou no rosto de Lovely, seria um inseto gigante, Lovely gritava e tentava afastar o inseto do rosto, mas mais insetos gigantes surgiram, Lovely caiu no chão sujando a roupa e o cabelo.
                -Tire férias Lovely vai ser divertido, você anda muito estressada- Lovely dizia imitando Dara
                Uma pessoa bem pequena com asas de libélula ficou na frente do seu rosto, ela olhou para Lovely e disse:
                -Por favor, devolva as nossas irmãs, nós não fizemos nada á vocês.
                Lovely olhou para aquela fada com asas de libélula com uma expressão confusa
                -Oi? Do que esta falando?
                -Uma criatura como você tem seqüestrado as nossas irmãs.
                -Como eu?-Lovely disse abrindo as asas para se levantar.
                As fadas ficaram impressionadas. Ao verem as asas
                -Você é uma fada humana!!!! Nós achávamos que era apenas uma lenda.
                -Engraçado, por que no meu mundo fadas é que são lendas.
                -Nós sempre contamos lendas sobre as fadas humanas, como elas são fortes e corajosas, mas por conviver muito com humanos ficaram muito frescas.
                -Tenho que concordar com o fresca, mas e sobre a criatura que vocês disseram, ele era humano.
                -Se fosse não causaria problemas, ele tem a aparência de um humano, mas acredite, ele esta muito longe de ser um, possui poderes que nenhuma de nós conhece, quando olha nos olhos da sua presa ela entra num tipo de transe.
                -Como se estivesse apaixonada, mas meio que enfeitiçada?
                -Acho que sim, mas como sabe?
                -Existem sereias no meu mundo, elas fazem algo parecido, mas com garotos. Bem, eu sou uma fada, vou encontrar as suas irmãs, e descobrir por que ele seqüestrou elas.
                -Serio!?-Elas disseram
                -Claro, mesmo eu estando de férias tenho que arranjar algo para fazer.
                -muito obrigada, mas qual o seu nome?
                -É Lovely. Agora me contem tudo sobre esse cara.
                -Bem, a primeira coisa que você deve fazer é evitar olhar nos olhos dele, ou pode ser enfeitiçada.
                -Tipo como lutar com uma medusa.
                -Ele tem uma espada.
                -Está ficando cada vez melhor, mais alguma coisa?
                -desculpe, nós só sabemos disso.
                -Hum, parece fácil, uma arma e alguns poderes, a arma dele é mágica? Tipo pode fazer coisas que as outras espadas não fazem?
                -Não sabemos, ele nunca usou a espada para nos capturar
                -Tudo bem, acho que vai ser bem fácil, mas antes eu preciso tomar um banho, sabe onde tem algum lugar com água quente?
                -Não, mas tem uma cachoeira naquela direção
                Lovely andou até a cachoeira e começou a gritar por causa da água fria saiu de lá tremendo de frio.
                -Você tem razão, fadas humanas são muito frescas.

10 de agosto de 2011

A viagem de Lovely-Capitulo 1

 -Lovely, você parece um tanto estressada.- Dara dizia olhando para a fada deitada na mesa do pátio.
-Estou cheia de coisas para fazer, provas na escola, aulas de magia, minha cabeça ta latejando.
-Você precisa de férias.
-Ai... Não posso tirar férias diretora,tenho que ir para a escola e cuidar das coisas por aqui,  acho que vou dormir aqui durante o intervalo.
O sinal tocou dizendo que o intervalo tinha acabado. Lovely levantou bocejando indo para a sala.
-Eu tenho que criar um amuleto agora, quando voltar para casa eu durmo um pouco.
- Se continuar assim ou vai dormir para sempre. Fique aqui, eu vou arrumar as coisas para as suas férias.
-Mas...
Um tempo depois Dara voltou com uma pedra preta na mão.
-Esse amuleto pode te levar a qualquer lugar, menos em Magictopia e a lugares que você conhece, assim você pode ficar o mais longe possível de tudo.
-Mas e as minhas aulas na outra escola?
-Use aquela sua boneca.
-Mas ela é muito diferente de mim, e eu nunca deixei ela ficar por tanto tempo, nem na escola.
-Não se preocupe tenho certeza que ela vai se sair muito bem, ela age como uma humana normal, ninguém vai notar.
-Mas quem vai cuidar da cidade?
-Suas primas e as outras, vou ajudar elas. Agora vou te mandar para um lugar onde não existem fadas humanas, vai poder conhecer as fadas de verdade. Pelo que eu sei não há nenhum humano por lá, é um lugar controlado pelos deuses da magia, vai poder relaxar em paz.-Dara disse abrindo o portal.
-Você tem certeza?
                -Tenho, vai logo que você precisa descansar.
                Lovely entrou no portal e sentiu pisar nas folhas secas do chão.
                -E as minhas roupas?
                -Você só vai poder usar essa roupa de fada.
                -Por que não me disse antes?
                -Por que se não você diria não- Dara disse fechando o portal e jogando a pedra para Lovely.
                -Espera....
                Lovely ficou olhando para o nada, o portal já tinha se fechado, ela olhou para a pedra e tentou abrir um portal de volta para casa, mas não conseguiu.
                -Pelo jeito vou ficar aqui durante um tempo. Ela disse que não existem humanos por aqui, isso significa que não tem chuveiro, nem água quente, to ferrada.
                Lovely andava pela curiosa floresta, e começou a ouvir ruídos bem baixos, pareciam vozes.
                -É mais um deles. Mal conseguimos sobreviver a um só
                -Que barulho é esse? Quem esta ai?-Lovely perguntava.
                -AGORA!!!!