25 de maio de 2019

O Poço- Capítulo 1

Lovely estava nervosa. Todos achavam q ela havia esquecido de tudo,  todos achavam q ela estava sem poderes, mas isso não era verdade.

Supostamente ela deveria ter tido os poderes e as memórias removidas pela arvore das fadas, mas a árvore estava em dívida com Lovely, por ela a ter trazido de volta á vida.

"Fadas não gostam de dever favores"Ela se lembrou de uma frase de um livro.

Mesmo assim, tudo o que ela queria era esquecer, tinha muitas coisas sobre os eventos passados que ela não queria lidar agora.

"Uma hora eu vou ter que lidar com isso... Mas não agora" Ela dizia para si mesma, sem falar que a maldição que Leandro jogou nela impedia que as pessoas acreditassem em qualquer coisa que ela dissesse, a não ser que fosse uma mentira. 

"Para cada verdade que você disser as pessoas só ouvirão mentiras, para cada mentira que disser, todos ouvirão verdades, eles nunca irão ouvir o que é importante, e você nunca conseguirá falar o que eles precisam ouvir, essa é a minha maldição e que assim seja feito."

"Dava para desfazer a maldição com uma flecha, mas eles confiscaram o meu arco... Seria melhor se eu realmente tivesse esquecido de tudo"

Ela se jogou na cama "Tô tão cansada... Eu só queria dormir..." quando estava fechando os olhos ela notou a silhueta de uma pessoa parada no pé da sua cama.

"EU TÔ SOZINHA EM CASA!!!" Lovely se levantou, mas o que quer q estivesse ali, não estava mais.

"Tudo bem, tudo bem, não tinha ninguém ali..." Ela pensou em tentar dormir, mas já não estava com sono." Vou ver se tem algo pra comer..."

Ela foi até a cozinha, abriu a geladeira e ficou alguns segundos parada olhando para dentro da geladeira até finalmente desistir e fechar a porta e dar de cara com o vulto que estava no seu quarto antes.

Ela soltou um grito e caiu no chão, mas quando olhou pra cima, o vulto havia sumido.
-R-Realmente tinha alguém aqui!

Ela queria ignorar, fingir que nada havia acontecido, mas ao longo da semana ela percebeu que ignorar não adiantaria nada pois o vulto estava ficando cada vez mais nítido.

-Leandro!?

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