15 de setembro de 2012

Sombras no metro de São Paulo- Capitulo 12


                Elas acordaram em um túnel do metro com Ice de pé tentando atrasar as sombras que estavam do outro lado da parede de gelo
                -Diere, sabe virar algum animal que emita luz?-Giovana perguntou
                -Posso imitar o brilho de um vagalume
                -Ice, abra o gelo e crie vários espelhos para refletir a luz. E Lovely... Deixa eu ver o seu braço?
                Assim que Lovely deu o braço para ela Giovana fez um corte no braço dela.
                -AI!!!!! FICOU LOUCA????!!!!Porque fez isso??!!!
                -Sangue de fada pode matar eles.
                -E PORQUE NÃO CORTOU O SEU PROPRIO BRAÇO??!!!!?? Meu lindo braçinho... Ele ta doendo, snif
                -Como é dramática.- Ela disse se preparando- Diere, agora.
                Assim que Diere começou a brilhar as sombras recuaram, todas, menos a maior de todas, a que havia falando com Giovana enquanto ela estava presa na ilusão.
                -Você acha que esse brilho pode me amedrontar?
                -Não, mas isso vai- Ela disse afundando a adaga no crânio dele.
                O líder das sombras começou a gritar com aquela voz de cortar a alma e quando elas se deram conta estavam de volta no vagão do metro.
                -O que aconteceu?- Ice perguntou- Aquilo que aconteceu, aconteceu mesmo?
                -Nós escapamos- Giovana suspirou aliviada
                -Gente, não tinha um homem sentado naquele banco?- Diere disse apontando
                -Não, ele nunca existiu...- Giovana disse se sentando.
                -Tinha sim, antes de sermos capturadas ele estava sentado ali, porque esta dizendo que ele nunca existiu?
                -Porque ele foi devorado pelas sombras, e quem é devorado por uma sombra deixa de exitir, ele nunca entrou nesse trem porque ele nem ao menos nasceu.
                -Está me dizendo que quem é morto por uma sombra deixa de existir, existir existir??
                -Exatamente, é como se o tempo parasse enquanto estamos presas com eles, e quando escapamos nós voltamos exatamente onde estávamos antes de cair na ilusão- Ela disse se levantando e descendo do metro ao chegar na estação, no relógio só havia passado alguns minutos desde que elas haviam entrado no vagão- E então. Para que lado nós vamos- Giovana disse olhando para as outras que estavam espantadas.

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