16 de abril de 2012

Minha querida irmão- Capitulo 9


-Eu sei...- Alex disse misturando alguns ingredientes em uma poção- Mas ela também não esperava que eu contasse tão fácil assim.
-O que está fazendo?
-A poção da Gabriela o que mais eu poderia estar fazendo? -Ele disse colocando uma poeira vermelha no caldeirão. “Poeira de sol, isso com certeza vai matar ela, agora é só misturar com um pouco de fuligem para disfarçar o brilho” Alex pegou o seu amuleto e mandou uma mensagem de S.O.S. “Diere, preciso de ajuda, Gabriela ainda está viva e tem um exercito, reforços, rápido!!!”
-Lovely!!!!- Você não vai acreditar... Lovely? Cadê você?- Diere disse olhando para os lados da sala.
-Eu to aqui!!!- Uma voz veio do quarto de Lovely
Diere entrou no quarto, nada de diferente o jardim na sacada, o segundo andar a porta do banheiro, a única diferença era uma porta branca. Diere abriu e deu de cara com uma espécie de estúdio, havia uma bancada com panelas, vidros e béqueres guardados embaixo dela e um fogo ligado em cima da bancada com um caldeirão onde Lovely trabalhava. Do outro lado havia outra mesa com vários papeis coloridos cortados, um livro de magia incompleto, um diário, um caderno de rascunhos, lápis de cor, tintas, canetas, lápis, e borrachas.
-Puxa!!! Quando você fez esse estudio?
-Faz um tempo, não é lindo? Não sei se é um estúdio, eu prefiro o nome ateliê, mesmo eu não sabendo o significado exato de ateliê, mas o nome é adorável não acha?
Diere passou os olhos pela prateleira de poções prontas, e um frasco chamou a sua atenção
-Invencibilidade de vampiro? Essa poção não era proibida?
-Defina proibida... Para falar a verdade eu não sei, mas não se preocupe está incompleta, para funcionar precisa acrescentar mais um ingrediente, mas a única que sabe sou eu. (E alguns livros perdidos).
-Onde conseguiu a receita?
-Eu mesma desenvolvi, quer dizer, usei algumas descrições antigas, eles descreviam tudo em poemas e vamos admitir, não sou boa em interpretação, mas dei um jeito, depois resolvi testar num zumbi, sabe um parente distante de um vampiro, e deu certo fiz um furo na cabeça dele e ele continuava se mexendo, mas não sei se funcionaria com um vampiro – Ela começou a rir e disse- Quando ele voltou a se mexer eu entrei em pânico e bati na cabeça dele com a vassourra que eu usei para furar ele e depois atirei uma flecha de raiva nele, ai ele se enterrou de volta no túnel, foi estranho.
-Lembra quando a Dara disse que você era meio irresponsável?
-Lembro
-Pois é, eu acho que ela tava certa, mas não temos tempo para isso, Alex ta com problemas, chame as outras...

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